Dizer e pensar uma vida além do que o colonialismo de assentamento fez
Samera Esmeir analisa a violência colonial em Gaza, mostrando como a linguagem e a ideia de “normalidade civil” são usadas para legitimar o apagamento do povo palestino.
Samera Esmeir analisa a violência colonial em Gaza, mostrando como a linguagem e a ideia de “normalidade civil” são usadas para legitimar o apagamento do povo palestino.
No ensaio de Gustavo Racy, a Palestina surge como espelho do mundo: um convite a refletir sobre testemunho, violência colonial e o desafio de narrar o inenarrável.
Resenha de “Meu nome é Adam” escrita por Milton Hatoum e publicada originalmente na revista Quatro cinco um.
Para além do romance E quem é Meryl Streep? (trad. Felipe Benjamin Francisco), o autor libanês Rachid Al-Daif apresenta uma diversidade literária que lhe é particular: um exemplo é o romance “Habitantes da Sombra” (أهل الظل) – título provisório –, publicado em 1987, durante a guerra civil libanesa. O romance gira em torno da relação […]